Ciclismo é apontado como esporte mais seguro durante a pandemia segundo pesquisa

Também o que mais ganhou
adeptos neste período

Uma pesquisa com esportistas amadores apontou o ciclismo como o esporte mais seguro em meio à pandemia do novo coronavírus.

A bicicleta ficou à frente de corrida de rua e musculação. O futebol com a turma no fim de semana tem dado lugar à caminhada ou passeio de bike.

Uma pesquisa feita pelo buscador Google mostrou que não apenas a pandemia estimulou a prática de esportes, como os brasileiros desenvolveram novas paixões além do futebol.

Entre março e novembro de 2020, as buscas por exercícios em casa cresceram duas vezes, com destaque para o aumento do interesse por ciclismo (+144%).

A porcentagem dos que declaram praticar esportes cresceu de 58% em 2018 para 69% em 2020 e 2021.

A pesquisa foi encomendada pela Semexe, plataforma online de compra e venda de produtos, a fim de analisar como os hábitos dos brasileiros relacionados aos esportes foram impactados pela covid-19.

O levantamento mostrou que 89% dos esportistas ouvidos acreditam que pedalar ao ar livre é mais seguro que os exercícios no aparelho da academia.

Dos entrevistados, 50% deles ainda têm receio de voltar a uma academia.

O ciclismo também foi um dos esportes que apresentou maior crescimento nesse período de pandemia. Em São Paulo, por exemplo, o aumento foi de 11%, considerando novos praticantes. Já em Minas Gerais, foi de 15%.

Veja mais detalhes da pesquisa

  • 80% dos respondentes acreditam que manterão ao menos um hábito esportivo adquirido durante a pandemia mesmo após ser vacinado contra Covid-19.
  • 61% dos respondentes trocariam a academia pela bicicleta, neste momento, como alternativa à prática de atividade física.
  • 62% dos respondentes consideram utilizar com mais frequência a bicicleta para atividades simples do dia a dia, como ir ao mercado.
  • 72% dos entrevistados pretendem incorporar mais vezes a bicicleta como atividade de lazer na sua rotina mesmo após ser vacinado.
  • 58% dos respondentes têm interesse em incorporar a bicicleta mais vezes, no dia a dia, como alternativa de mobilidade.

As mulheres tendem a considerar 36% mais do que os homens que a pandemia mudou os seus hábitos esportivos.

A Idade é outro fator importante. Quanto mais jovem, mais afetada foi a pessoa. Por exemplo, o público de 25 a 34 anos foi 78% mais afetado que o público acima de 55 anos.

A Pesquisa Semexe 2020 foi realizada de 24 de setembro até 6 de outubro, com 404 respondentes válidos de 17 cidades, em todas as regiões do País, que se consideram praticantes de atividades físicas.

Antes da aplicação do questionário (Pesquisa Conclusiva Descritiva Transversal Única), foram feitas análises de dados secundários e uma pesquisa qualitativa para balizar quais seriam os principais atributos a serem analisados.

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Sobre o autor

Amaury Baião

Amaury Baião

Amaury é professor de educação física formado em licenciatura plena pelas Faculdades ESEFAP. É técnico em musculação pela FEPAM, técnico em treinamento funcional pelo Instituto Mauro Guiselini e desde 2007 é personal trainer. É também coach de corrida para iniciantes e atletas. Se você curte atividades físicas, treinamento, musculação e dicas de alimentação, quer ficar informado sobre as corridas da região e adora um desafio, acompanhe a coluna Papo de Personal onde compartilharemos tudo sobre o mundo fitness. Bora movimentar-se!

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