Tupã, e região de Marília avançam para fase amarela no plano de flexibilização da quarentena do coronavírus

Atualização do Plano São Paulo nesta sexta (4) (12ª atualização) — Foto: Divulgação/Governo do estado

Governo de SP atualizou as fases da flexibilização da quarentena do coronavírus nas regiões do estado nesta sexta-feira (4) e comércio de Tupã permanecerá funcionando

Nesta sexta-feira (4), o governo do estado de SP atualizou a classificação das fases do Plano São Paulo de flexibilização da quarentena. A região do Departamento Regional de Saúde de Marília (SP), que Tupã faz parte, avançou para fase amarela.

A região estava há 15 dias nessa etapa, após ter sido classificada primeira vez na fase amarela desde a implantação do plano estadual de retomada das atividades.

Já as cidades que pertencem ao Departamento Regional de Saúde de Bauru permaneceram na fase amarela, classificação que estão desde o dia 7 de agosto.

Quatro cidades do centro-oeste paulista que pertencem ao DRS de Araraquara também continuam na fase amarela da flexibilização, são elas: Borborema, Ibitinga, Itápolis e Tabatinga. Outras duas, Quatá e João Ramalho, pertencem ao DRS de Presidente Prudente também avançaram para a fase amarela.

Tupã

Fase Amarela: Permitido o funcionamento de serviços essenciais, imobiliárias, concessionárias e escritórios. Comércios, shopping centers, salões de beleza, bares, restaurantes, academias, parques e atividades culturais com público sentado podem funcionar, mas com restrições.

Plano São Paulo

Para começar a reabertura do estado em 1º de junho o governo dividiu o território de acordo com os 17 Departamentos Regionais de Saúde (DRS).

  • A flexibilização da quarentena é feita de modo diferente em cada uma dessas regiões.
  • Os cinco critérios que baseiam a classificação das regiões são:
  • ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs);
  • total de leitos por 100 mil habitantes;
  • variação de novas internações, em comparação com a semana anterior;
  • variação de novos casos confirmados, em comparação com a semana anterior;
  • variação de novos óbitos confirmados, em comparação com a semana anterior.

O critério que tem maior peso na classificação de cada região é a variação de novas internações (peso 4), seguido pela taxa de ocupação de UTIs (peso 3).

Confira abaixo o que é permitido em cada fase

  • Fase 1, vermelha: alerta máximo, funcionamento permitido somente aos serviços essenciais
  • Fase 2, laranja: controle, possibilidade de aberturas com restrições
  • Fase 3, amarela: abertura de um número maior de setores
  • Fase 4, verde: abertura de um número maior de setores em relação à fase 3
  • Fase 5, azul: “Normal controlado” – todos os setores em funcionamento, mas mantendo medidas de distanciamento e higiene.

A definição estabelece que setores da economia que desejam a reabertura devem apresentar planos com protocolos para a prefeitura. Caberá à gestão municipal definir quem e quando poderá reabrir.

A regiões serão avaliadas periodicamente de acordo com os indicadores de saúde, verificando se cumprem os critérios para avançarem a uma fase de maior relaxamento a cada 14 dias ou voltar para uma fase mais restrita a cada sete dias (ou imediatamente, caso haja evidência da piora da situação).

De acordo com o plano do governo, as prefeituras terão autonomia para flexibilizar setores estabelecidos. Com isso, municípios que estiverem nas fases 2, 3 e 4 poderão flexibilizar determinados setores anunciados anteriormente.

A flexibilização deverá ser feita por decreto pelos prefeitos das cidades observando também os planos regionais.

Fonte: G1

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